Relato de parto da Renata / Nascimento da Ana Clara


RELATANDO MEU PARTO:

No dia 12 de outubro de 2014, às 05h59min, apresentei o mundo à minha filha. Ou seria a apresentação da minha filha ao mundo?!

Somos, Meu Esposo e Eu, pais da Ana Júlia, de 3 anos. Que nasceu através de uma cesariana eletiva, agendada pelo médico e acatada por Nós dois. Tudo era muito novo, desconhecíamos quase que absolutamente tudo que envolvia o ‘’ ser pai’’ e ‘’ser mãe’’. Nunca houve, durante todo o pré-natal, uma discussão a respeito do parto. Simplesmente, com 38 semanas + 3 dias, o Dr. Disse que estava livre e que faria naquele dia. Fomos surpreendidos, mas não questionamos a decisão que ele havia tomado. E então aconteceu, Ela nasceu! Graças a Deus, saudável. A Pediatra a apresentou a mim, rapidamente. Toquei seu rosto, dei-lhe um beijo e a levaram. Enquanto ali fiquei, sozinha, só escutando seu choro, já senti sua falta, algo não estava completo. Eu precisava de mais tempo com ela, afinal, foram 9 meses de ligação exclusiva. Essa separação rápida afetou o meu relacionamento com ela, diretamente. Eu olhava pra minha Filha e não sentia todo aquele amor de que tanto falavam. Sentia-me mal, culpada, mas era mais forte que eu. Por vezes chorei escondida, foi tenso. Além de tudo, tive uma recuperação horrorosa, realmente traumática. Eu dizia sempre: ‘’ Nunca mais terei outro filho (a)!’’ Ainda bem que os planos de Deus são diferentes dos meus.

Em setembro do ano passado (2013), tive um sonho lindo: passeava com a Ana Júlia, de mãos dadas e com uma Linda Bebê no braço. Seu nome era Ana Clara. Seu cheiro era forte, único, maravilhoso. Acordei com saudades da minha Bebê. Mas como, se ela nem existia? Sei lá. Sei que passei dias com aquele cheiro em meu nariz e com o coração cheio de saudades. Então notei que era um aviso, eu precisava concretizar aquele sonho. Tornamo-nos tentantes e em 4 meses, lá estávamos, grávidos novamente. Durante esse período de tentativas, através de leituras insistentes, descobrimos o parto domiciliar. Descobrimos o sistema assustador do nosso país. Descobrimos que poderíamos mudar a nossa história, já que era o nosso desejo.

Iniciamos o nosso pré-natal com o mesmo médico, intercalando as consultas com uma equipe formada por enfermeiras obstetras, muito capacitadas. Ele sabia do nosso desejo por parto normal, mas já avisou que não poderia ser com ele. Inclusive, quis marcar, novamente, uma cesariana com 38 semanas. Finalizamos ali o nosso pré-natal com ele, apesar de todo o respeito existente.

Tive uma gestação muito tranquila, até a 30ª semana, quando uma coceira constante me descobriu. Do pescoço aos pés, tudo coçava, todos os dias, o dia inteiro. Como chorei de desespero. Achei que não fosse suportar até o fim. Pedia a Deus que finalizasse a minha gestação com 39 semanas, no máximo, porque, além disso, era impossível. Mas se passaram as 39, as 40, as 41, e lá estava eu, quase louca, mas firme com meu sonho por um parto natural. Com 41 semanas completas, a coceira já não era mais o grande problema. Nosso limite eram 42 semanas e o medo de não entrar em trabalho de parto, tomou conta de todo o meu ser. Recebi orientação das enfermeiras, para trabalhar a aceitação de uma nova cesariana. Mas, gente, como? Foram meses assistindo a vídeos, lendo relatos, sonhando com a minha vez. Eu não conseguia aceitar que não conseguiria. Eu precisava desse parto. Eu tinha que parir!

Essa semana foi a mais longa e intensa, de toda a minha gestação. Cada dia que se findava, era um dia a menos do nosso ‘’prazo’’. Com 41 semanas e 3 dias, iríamos tentar o descolamento de membranas, para tentar desencadear um possível início de trabalho de parto, mas para a nossa surpresa, não foi preciso. 3 cm de dilatação, apesar da neném alta, apesar de não sentir dor alguma. Como saí feliz do consultório. Novamente acreditei no meu corpo, meu parto era possível. No dia seguinte, tivemos uma longa sessão de acupuntura, dolorida, mas relaxante, ao mesmo tempo. Voltei pra casa com 30 agulhas pelo corpo, e foi dado ao Adalberto (Meu Esposo), o papel de queimar esses 30 pontos, com ponta de charuto, de hora em hora. Passamos toda a madrugada assim, esperançosos. Tínhamos pouco tempo, mas nossa fé era grande, muito maior que os nossos medos.

Às 6 horas da manhã, do dia 11, então, decidimos nos deitar, depois de horas de ‘’trabalho’’. Tomei um banho antes, pra tentar ficar o mais relaxada possível. Assim que deitei, senti uma cólica, 10 minutos depois, mais uma. Fiquei ansiosa, levantei e mais 10 minutos depois, outra. Chorei de emoção. Saltitei pela sala, ainda em silêncio. Às 9:30 h da manhã, A EO me mandou uma mensagem:

-Bom dia, Rê. Como passou a noite?

– A noite foi tranquila, mas amanheci sentindo dor, a dor mais sonhada.

Fui limpar o chão, lavei banheiro, tentei organizar os materiais do parto, na maior agitação. Acordei o Adalberto, pedi que buscasse Minha Mãe na parada e avisei das dores. Ele já esperava tanto por isso, que agiu na maior naturalidade possível. Juro que esperava um pulo assustado, ou uma cara do tipo ‘’Quêêê?’’, mas não.

Assim que chegaram, fui tomar um banho e os cuidados com a mais velha (Ana Júlia), já pertenciam à minha Mãe. Adalberto foi às compras e eu fiquei em casa, tentando descansar (lembrando que tínhamos passado a noite em claro). Acho que consegui dormir durante uma, no máximo duas horas.

A dor aumentava, à medida que o tempo passava, mas sabia que tínhamos algumas horas pela frente, pois ainda conversava tranquilamente nos intervalos das contrações. Mas não era só a dor que crescia, minha alegria também, crescia junto. Estava feliz, em êxtase total, sem ainda acreditar.

Por volta das 19 horas mandei uma mensagem pra uma amiga, que acompanhava meu parto online: ‘’Amiga, estou na fase do arrependimento. Que dor imensa. ’’ Hahaha… Não sabia de nada (que inocente). Mas foi a última mensagem que mandei, depois disso, já me encontrava numa transição maluca, de um mundo para outro.

Passei a gemer, enquanto a dor tomava conta de mim, e nos intervalos, adormecia em um sono profundo, até que as contrações me despertavam novamente.

Às 22 horas as Enfermeiras chegaram para Me avaliar. Senti um alívio, pois a presença delas fazia com que eu pensasse que estava muito perto o fim do parto, o fim da dor, a chegada da Ana Clara. Porém, após um toque (que eu pedi), continuava com os mesmos 3 cm de dois dias atrás. Nossa, que susto! Que desespero! Um dia inteiro de dores e sem nenhuma evolução, pensei. Auxiliarem-me a contrair menos o corpo durante as contrações, tinha que deixar fluir com mais naturalidade, com menos medo da dor. Então a Ana (EO), pediu que a Doula e a Fotógrafa fossem embora e voltassem com o TP mais evoluído. Orientou aos demais que descansassem e Me disse que também iria sair, que não era hora.

Dali em diante Eu tentei Me desligar. Todos dormiram, o silêncio Me fez bem. Aceitei a dor e a vivi intensamente.

O chuveiro era o meu maior aliado naquele momento. A água quente percorrendo meu corpo, fazia com que as dores ficassem mais aceitáveis. Às 21 horas pedi que o Adalberto perguntasse à Doula, se ela teria uma bola de pilates pra trazer, pois ficar em pé no chuveiro, já estava difícil, estava ficando fraca. Ele mandou uma mensagem, dizendo que eu já não estava mais querendo dialogar com Ele, que parecia possuída (Risos), e ela disse que isso era ótimo.

Essa bola foi divina (ainda sinto saudades), acho que criei um vínculo com ela (sim, com a bola), e quase dei um nome a mesma. Eu a amei, Ela me amou também, e ali, no chuveiro, vivemos momentos inesquecíveis juntas.

No intervalo entre as contrações, pedi que o Adalberto mexesse no chuveiro, para que ficasse mais frio, Ele veio com toda boa vontade, mas assim que se aproximou, senti uma dor forte e gritei: ‘’TIRA A MÃO DO MEU CHUVEIROOOO!’’ e tentei mordê-lo. Ele saiu rapidamente e pude ouvir que sorria. Assim que a dor aliviou, comecei a sorrir também. Era massa demais estar em trabalho de parto. Era muito louco.

A Elisa Doula apagou as luzes, acendeu uma vela e Me deixou sozinha, vivendo o meu momento. Acho que passei umas boas horas no chuveiro, até que ele não me fazia mais bem também. A Elisa voltou pra casa, pra buscar sua filha, a linda da Yara. Quando chegaram, as contrações estavam muito próximas. Eu me jogava no chão, sempre que uma contração vinha, gemia fortemente, rebolava, clamava por Deus e assim que se findava, voltava para o sofá e tentava dormir. O Cansaço era enorme, eu só queria dormir durante uma hora seguida, mas as contrações não me davam uma pausa (Eu achava que não, pelo menos). Mais uma contração, me joguei no chão, a Elisa veio me massagear e também fui agressiva com Ela. Pedi que não tocasse em mim (eu fui muito selvagem).

No quarto, debruçada sobre a minha cama, pedi uma massagem à Minha Mãe, mas logo em seguida pedi que Me deixasse quieta, que também não Me tocasse. Eu fui bem bipolar, durante todo o tempo, e as Pessoas Me compreendiam, isso era muito bom. Todos estavam comigo, todos viviam o trabalho de parto comigo.

Às 2 horas da manhã, implorei ao Adalberto que mandasse uma mensagem para a Ana EO, doía muito, Eu já estava cansada, só pensava em dormir, Eu precisava dormir (como se ela fosse me dar um sonífero, né?!)

Às 3 da manhã Ela e a Nayane voltaram, mais um toque e quase 6 cm. Ufa! Tudo estava evoluindo bem. Começaram a encher a piscina, voltei para o chuveiro, tentei ficar sentada na banqueta, mas não gostei. Trouxeram a bola amada e ali fiquei durante mais um tempo. Quis sair. Voltei pra sala, para o sofá, para o chão. Andava sobre quarto apoios, como uma verdadeira fêmea prestes a parir. Coloquei minha cabeça no colo da Ana, enquanto recebia bons cafunés. Reclamava muito, onde estavam os intervalos entre as contrações? Ela Me disse que eles existiam, mas eu não os encontrava mais. Ela se levantou, e deu lugar à Nayane. Tadinha, quase arranquei um pedaço de sua perna, durante uma contração, mas tudo isso por impulso, nada pessoal, juro.

Piscina pronta, pode entrar, me disseram. Fui com tudo! Me joguei de corpo, alma e coração. Li tantos relatos em que diziam que a piscina era mágica, que criei uma fantasia maluca, de que entraria na água e a dor sumiria. Mero engano, continuava doendo, e não era pouco, não. Mesmo assim, desfalecia entre uma dor e outra. Conheci a partolândia, um outro mundo. Quem eram aquelas pessoas? O que faziam ali? Quem era Eu? O que era a vida? Todos estes questionamentos, até a próxima dor. Aí Me lembrava: Aquelas eram pessoas queridas, que me acompanhavam durante o meu parto. Eu era a Renata, uma ‘’louca’’ que resolveu sentir dor (cheguei a me odiar pela decisão).

Senti uma vontade tremenda de ir ao banheiro, pedi à Ana que Me ajudasse a sair da piscina e que Me conduzisse até Ele. Então ela me disse: ‘’Faz uma coisa, Rê, coloque o dedo dentro da sua vagina.’’ Ain, que sensação maravilhosa, inesquecível. Senti a Ana Clara pela primeira vez. Ali, naquele momento, a ficha caiu. Sim, Eu estava em pleno TP. E sim, Minha Filha estava chegando. Meu Deus, obrigada.

Vi um movimento entre elas, nos quartos e disse em voz alta: ‘’Gente, as fraldas de pano estão na primeira gaveta da cômoda.’’ A Ana se surpreendeu e falou: ‘’Não acredito que Você está prestando atenção no que estamos fazendo.’’ Eram as idas e vindas da partolândia. Hora não sabia quem Eu era, hora estava lúcida, prestando atenção em tudo que se passava.

De gemidos a urros, uma força impressionante tomava conta de mim e eu empurrava a Ana Clara pra baixo. Fiquei de cócoras, de frente para o Adalberto, apertava suas mãos, sentia seu apoio. Implorava a Deus que Me ajudasse: MEU DEUS, ME AJUDA, MEU DEUS! A Ana nos mostrou a aproximação da nossa filha, através do reflexo do espelho que ela segurava e nos lembrou que ela estava empelicada, que a nossa bolsa não tinha estourado. Quanta emoção. Eu sempre dizia que sonhava com seu nascimento dentro da bolsa. Deus estava realizando todos os meus desejos. Que honra!

Às 5h40min fomos pra banqueta. Foi maravilhoso sair da piscina e sentar ali. Mais uma vez vimos que a Ana Clara estava próxima de Nós, como nunca antes. A Ana brincava: ‘’Gente, essa bolsa é linda. É Louis Vuiitton.’’

Penúltima contração, levantei e joguei meu corpo pra baixo, jogando meu peso nos braços do Adalberto e da Elisa. Sentei, descansei um pouco e chegou a última contração, de tantas sentidas. Levantei novamente e repeti o processo de me jogar pra baixo, pus toda a força que Eu pude encontrar, com os olhos fechados, gritando fortemente, sendo uma guerreira. Sentei na banqueta e quando abri meus olhos, vi a Ana com os braços preenchidos por Ela, Minha Filha, Minha Ana Clara. Eu não acreditei, ela saiu de uma só fez. Esperava que saísse a cabeça e logo em seguida o corpo, mas ela escorregou lindamente.

De mim, para mim. A segurei e chorei como criança, aliás, como mulher, como mãe que acabara de renascer, através do nascimento daquela que Eu esperei com tanto amor. Nada mais importava naquele momento, meus olhos pertenciam a Ela, somente a Ela. Declarei todo o meu amor, com gritos repetitivos de ‘’Filha, Eu Te Amo!’’

Ali, muitas feridas foram cicatrizadas. Ali, Eu vi o agir de Deus no meu lar, na minha vida. Eu pari, gente! Pari a Ana Clara e pari meses de angústia, de insegurança e de incertezas. Pus pra fora uma Renata ainda escondida, uma Renata forte, capaz de tudo.

Adalberto se lembrou do meu desejo de sentir o pulsar do cordão umbilical, mas fiquei tão eufórica, que quando o toquei, já não pulsava mais. Levantei e fomos pra cama, minha Filha e Eu, ainda ligadas. Ali, pari a minha placenta, aquela que nutriu durante quase 42 semanas a Ana Clara. Sou grata a Ela (Ainda a guardo no congelador, pensando no que fazer, para eternizá-la).

Então a Ana Júlia acordou e veio de encontro à sua Irmã. Foi o encontro mais Lindo que eu pude presenciar, em toda a minha vida. Minhas Anas, Minhas Filhas, Meus Amores, juntas, pela primeira vez. Ela ficou deslumbrada com a presença da Ana Clara. Seus olhos brilharam e os meus também. Pronto, me senti completa ali.

As meninas pediram que todos se retirassem, para que pudessem Me avaliar. Períneo íntegro, nenhuma laceração sequer. Logo em seguida fui tomar um banho, porque estava bem suja de sangue e muito mecônio. Ana Clara também precisou de uma lavadinha. Papai deu seu primeiro banho e logo em seguida nos devolveram uma a outra novamente. Lambi a cria por um tempão, admirando todos os seus lindos detalhes, completamente apaixonada e movida à ocitocina, o hormônio do amor.

O nascimento da Ana Clara quebrou muitos mitos existentes. Parir após uma cesariana é possível. Gestações podem ir, tranquilamente, além das 40 semanas. Bebês grandes nascem sem episiotomia e também sem lacerações naturais. Também nascem com o cordão enfeitando seus pescoços. Também nascem empelicados. Nascem após fazerem cocô e nem sempre antes. Nascem saudáveis. Simplesmente nascem. Basta que sejam respeitados em seus tempos.

Eu resolvi Te esperar, Filha. E em troca, fui recompensada por sentimentos maravilhosos. Assim que te vi, toda e qualquer dor desapareceu, Só houve espaço para sorrisos, lágrimas de felicidade e muito, muito amor. Parir me fez um bem inexplicável e eu vivo aquele dia a todo o tempo, com o coração apertado de saudades. E quando Me questionam se faria de novo, respondo, sem hesitar que sim, exatamente tudo.

A Deus agradeço pela oportunidade, pelo dom de gerar, de parir, de amamentar. Agradeço pelas pessoas iluminas que Ele colocou em meu caminho, e que Me ajudaram a concretizar esse sonho lindo.

Às Enfermeiras que Me acompanharam, que me apoiaram e que Me conduziram da melhor maneira possível.

À Elisa por todo o carinho e dedicação prestados a mim. E pela bola também, claro.

À Rosanna por registrar o momento mais incrível das nossas vidas, por todas as nossas conversas, pela amizade construída.

À Minha Mãe pela coragem de Me acompanhar. Como Mãe, sei o quanto foi sofrível pra Ela também. Mas sei que jamais se esquecerá do momento em que viu sua Neta pela primeira vez.

Ao Meu Esposo, faltam-me palavras para agradecê-lo. Apoiou a minha decisão, e fez dela, sua decisão também. Se empoderou desde o início e esteve comigo durante todos os dias da nossa gestação. Passou noites em claro junto a mim, durante as crises da coceira, mesmo tendo que trabalhar durante longas horas no dia seguinte. Me acompanhou em todas as consultas e ecografias, deixando seus afazeres de lado, dando prioridade à sua família. Foi o melhor e mais completo Esposo e Pai que poderia existir. Muito obrigada.

À Ana Júlia, Minha Filha, que foi quem Me fez querer fazer diferente. Fez-me enxergar as coisas com outros olhos e que também Me acompanhou durante todo o tempo.

À Ana Clara, que mesmo antes de nascer, me ensinou tanto sobre tudo. Fez valer esse momento, fez valer as nossas vidas.

A todos que oraram por Nós, que torceram por nosso VBAC, o meu muito obrigada e eterna gratidão.

E assim vimos o amor nascer, em uma linda manhã de domingo, no dia das Crianças, no dia de Nossa Senhora Aparecida, que com certeza, intercedeu por mim durante todo o tempo.

‘’Bem-vindo, Meu Novo ser, cercado de proteção, de tanto amor, tanta paz, dentro do meu coração. É como se eu tivesse esperado toda a vida pra Te embalar. É como se Eu tivesse esperado toda a vida pra Te embalar.’’

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